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Hoje, eu vou provar para você que tamanho não é documento e como com um mindset de crescimento e muito treinamento pode te fazer conquistar coisas extraordinárias na vida.

 

Desenvolvendo um mindset

Para quem conhece um pouquinho da minha história, sabe que eu fui um esportista: Campeão Mundial de Vôlei de Praia Sub-18. Depois, tive a oportunidade de ser diretor de uma importante multinacional. Hoje, me tornei um empreendedor e nômade digital.

 

Talento Vs Esforço

Em relação ao esporte, você acha que eu nasci com esse talento? Óbvio que não. Com muito treinamento ao longo da vida, fui lentamente desenvolvendo essa capacidade. Eu não tinha todas as condições favoráveis para isso.

Sempre fui muito baixinho, minha família não tinha grana o suficiente para me “paitrocinar” e me levar para todos os torneios, comprar todas as coisas que eu precisava.

Eu morava longe pra caramba lá do meu treino. Eu morava em Pendotiba, também conhecida como PendoJango, lá em Niterói e treinava em Ipanema. Enfim, tinha uma série de condições desfavoráveis.

Mas, você acha que isso me impediu de seguir em frente? Claro que não. Eu acabei de ler um livro que se chama Mindset. No livro, ele fala muito bem sobre a diferença entre Mindset fixo e Mindset de crescimento.

 

Mindset Fixo Vs Mindset de Crescimento: principal diferença

O mindset fixo nos diz que as pessoas nascem com o talento prédeterminado. Ou seja, a pessoa tem o dom ou não.

Já o mindset de crescimento fala que você pode aprender, que você deve aprender, que a vida é uma constante jornada de evolução, que você deve treinar bastante para chegar onde você quer.

Então, era muito fácil chegarem depois de ter conquistado o título e falarem: “Parabéns, Ian! Do caralho mesmo. Você é um cara de sorte”.

Então, pense que isso não tem nada a ver com sorte. Ninguém vê que durante mais de dez anos da minha vida, eu treinei pesado por pelo menos 10 mil horas, correndo atrás de apoios que pudessem alimentar o meu sonho.

Eu era conhecido como “mendigo da praia de Icaraí” lá em Niterói, porque eu saía batendo na porta de todas as lojas para receber apoios e patrocinos.

Minha família não tinha grana para bancar várias paradas e eu não ganhava muito dinheiro ali… apenas apoios para me manter focado nos treinos.

 

Fazendo o possível ao meu redor

Foi, então, que eu fiz mais de 300 currículos.

Assim, eu tinha apoio desde cursos de inglês, francês, espanhol, terapias orientais, academia, loja de roupas, óculos, xerox, tinha cabeleireiro. Parecia short da Fórmula 1. Sem ganhar nada!

Por outro lado, não gastava dinheiro, dando menos trabalho assim para os meus pais.

Ninguém via que eu gastava duas horas para ir ao treino, duas para voltar.

Lá em Ipanema, o treino, muitas vezes, começava às 7 horas da manhã. Tinha que acordar 4h30, 5h.

Durante a viagem de ida e volta, eu aproveitava pra estudar, porque eram os únicos momentos que eu tinha para poder dar um gás na Universidade, onde eu também tinha patrocínio: na ESPM, a bolsa era de 100%.

 

Perspectiva do esforço

Então, isso tudo não fica aparente para o mundo, mas são esforços que todos os atletas, todos os esportistas de ponta, todos os grandes cientistas, grandes empresários, empreendedores. Todos eles têm uma história de esforço muito grande.

Então, quando eu li esse livro, ficou muito claro pra mim o meu desenvolvimento desde a infância, meus pais foram me ajudaram a desenvolver o mindset de crescimento.

De entender que eu poderia ser melhor, estar em uma constante evolução na minha vida, sempre 1% melhor do que ontem.

 

Eu não acho que sou supertalentoso ou diferenciado…

O que eu posso dominar não é o que veio do passado, que está no meu DNA, mas, sim, o que eu posso fazer a partir do hoje e do agora.

Todo esforço que eu posso colocar na minha carreira, na minha arte, na minha paixão, no meu propósito. Isso eu domino!

Assim, eu consegui implementar um mindset de constante aprendizado e constante evolução, me leva sempre a ultrapassar os meus limites.

Então, quem ia imaginar que eu ia conquistar a medalha de ouro num campeonato mundial de vôlei de praia sub-18, com 15 anos de idade, sendo o mais baixo da competição?

Então, não pensa que foi coincidência. Eu ralei muito.

Se pegar aí um ano médio durante os últimos dez anos onde eu joguei, eu treinava pelo menos 360 dias ao ano, mesmo quando estava de férias. Eu ainda continuava jogando, porque eu amava o vôlei. Amava jogar com meus amigos, assim, nunca foi um sacrifício.

Dessa forma, fui adquirindo experiência e tive uma inspiração muito grande que era meu pai, que jogou. Ele me apoiou! Minha mãe também sempre me deu apoio total. Disso, eu não posso reclamar. Nunca tive luxo, mas nunca faltou comida ou educação.

E, se eu consegui, tenho certeza que você também pode.

Por fim, essa é uma questão de mindset de crescimento, esforço, ralação e muito suor para conquistar os seus sonhos.

 

Novos ares

Mas você pode estar se perguntando: “Porque, Ian, você não seguiu carreira?”

Eu até poderia ter seguido carreira…

Fui campeão mundial com o Pedro Solberg, que foi para a Olimpíada, jogava com Alisson e Bruno. Então, é um grande orgulho pra mim ver essa galera que eu jogava, Roninho, Oscar, uma galera que está top aí, ganhando torneios, viajando pelo mundo.

Por outro lado, o sentimento era que eu precisava de novo desafio na minha vida.

Na carreira corporativa, onde eu trabalhei 10 anos na L’Oréal, me tornei diretor. Agora, iniciei um novo ciclo com mais propósito ainda: sou empreendedor, nômade digital, lifestyle strategist.

E, dessa forma, acho que a vida é composta por vários ciclos. Então, eu tive um ciclo muito feliz como jogador de vôlei de praia, conquistei várias coisas legais. Mas, resolvi em algum momento mudar.

Por fim, espero que você se questione, mude também, se reinvente, mas sempre com muito tesão, muita vontade de fazer e dar o seu melhor.

Lifestyle Hacking Ian Borges


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