Aprenda a fazer uma mala minimalista 💼

Aprenda a fazer uma mala minimalista 💼

No artigo de hoje, eu compartilharei algumas dicas importantes que vão te ajudar a fazer uma mala ideal para viajar pra qualquer lugar. Esse exercício tem me ajudado bastante a viver de forma minimalista e a evitar os excessos, assim, tenho certeza que será útil pra você também.

 

 

Antes de tudo…

Você tem a impressão de que está sempre levando mais coisas que realmente vai precisar?

Ou tem colocado tanta coisa na sua mala ao ponto de ela ficar sempre muita pesada?

Eu já passei por isso várias vezes na minha vida, mas desde que mudei minha visão, comecei a enxergar somente aquilo que era de mais essencial para as minhas viagens.

Dessa forma, estou conseguindo evitar, por exemplo, muitos perrengues no aeroporto, como sair botando um monte de roupa ou enfiando coisas nos bolsos para não pagar excesso de bagagem.

E foi pensando nisso que eu resolvi trazer pra você 3 passos muito importantes, além de algumas reflexões que vão te ajudar a viajar de forma mais leve e minimalista.

Assim, espero você enxergue a importância dessas dicas e as ponha em prática a partir de hoje. E se quiser saber mais sobre minimalismo, clique aqui!

 

1. Visualize sua viagem

Após definir qual será o seu destino, tente visualizá-lo, pois, somente assim, você entenderá o estilo do ambiente onde ficará, tendo em mente dois aspectos principais:

  • Duração: fim de semana, 1 semana, 1 mês, 6 meses, etc;
  • Destinos: calor, praia, montanha.

Para isso, você não precisa fazer grandes planejamentos.

Se o seu estilo for mais “easy going”, espontâneo, você pode fazer um planejamento simples no Excel ou até mesmo numa folha de papel em branco.

Dessa forma, o importante é você ter no final um check list de tudo que você acha que vai realmente utilizar na sua viagem.

 

2. Comece a fazer a sua mala

O segundo passo é fazer a mala pela primeira vez.

Nessa parte, leve em consideração a última viagem que você realizou. Pois, assim, definirá quais são os itens que foram importantes durante os dias que você esteve fora.

  • Quantidade de roupas como toalhas, calças, camisas;
  • Eletrônicos: notebooks, câmeras;
  • Produtos de beleza: cremes, shampoos, condicionadores;
  • Objetos de uso pessoal;

 

3. Tire tudo o que você não achar necessário

Agora, faça uma limpa. É isso mesmo!!!

O objetivo do terceiro passo é tirar cerca de 1/3 ou até mesmo a metade de todas as coisas que você colocou dentro da mala.

E caso você já seja um viajante minimalista, vai saber quais são as coisas mais necessárias para estarem lá.

Mas, se ainda não for, começará a entender isso melhor com as primeiras experiências.

Dessa maneira, você evitará ter coisas que não vai usar nem sequer uma vez nos próximos dias.

“A sabedoria tem os seus excessos e não é menos necessário moderá-la do que à loucura”. – Michel de Montaigne

 

Mas, o que levar e o que não levar?

Ian Borges Lifestyle Strategist

 

Pelas experiências que tive, eu posso afirmar que já viajei para mais de 60 países ao longo dessa minha trajetória trabalhando pela internet.

E acredite em mim…

Em pouquíssimas vezes, eu usei tudo o que levei comigo.

É simplesmente bizarro como sempre haverá coisas que não vão te servir pra nada e não deveriam estar na mala.

Eu percebi que mala é, realmente, uma coisa emocional. Às vezes, você quer colocar peças que você ama utilizar no dia a dia, mas que não vai usar.

E isso você só vai aprender ao longo de cada viagem que for realizando.

Então, é por isso que eu gostaria de trazer aqui algumas reflexões e dicas que vão te ajudar a se convencer racionalmente da utilidade de algumas coisas.

=> Toalhas

Esse é um item que, geralmente, ocupa bastante espaço. Mas, fique tranquilo, porque a maioria das hospedagens oferecem toalhas.

Seja em hotéis, Airbnbs, albergues… A chance de já possuir uma é muito grande.

Assim, se você sentir a necessidade de levar alguma, pegue apenas uma mais fininha, ou aquela que seca mais rápido (essa aqui é a minha da Benetton).

E se tem uma coisa que você deve evitar é aquela toalha bonitinha que ocupa a metade da sua mala!

=> Calças

Outra questão são as calças.

É mais um item que ocupa bastante espaço na mala. Por isso, não adianta levar muitas opções.

No meu caso, eu e minha companheira sempre procuramos lugares com praias e tal, então, o uso de calça é muito pequeno.

Nós gostamos de usar uma calça da loja Cotton On. Apesar de ser um modelo feminino, me veste super bem e é superconfortável e baratinha, ideal para usar durante o dia a dia.

Claro, você pode sempre levar uma ou duas calças com você e isso depende muito do lugar que você vai.

Uma boa dica que eu dou é levar um jeans, porque você usa em qualquer situação, além de calças mais leves, que dá pra dobrar e ficar bem pequenininha na mala.

=> Calçados

Pelo amor de Deus, não leve vários pares de sapatos com você, pois são pesados e ocupam bastante espaço.

Analise bem o estilo da sua viagem e, caso realmente você precise levar, pegue apenas um par de tênis/sapatênis confortável que possa servir para mais de uma situação…

  • Uma coisa esportiva: exercício ou caminhada;
  • Um evento mais formal: reunião ou encontro/social.

Um par de Havaianas, por exemplo, também é essencial, ainda mais se o seu destino for mais quente, ensolarado.

=> Remédios

Uma coisa é certa nesse ponto: se você estiver tomando alguma medicação regularmente, leve ela junto com você.

Caso contrário, não vai rolar de levar a tabela periódica inteira dentro da “malinha da mamãe”, né?

Frascos ocupam muito espaço, então, evite ao máximo levá-los somente porque alguém falou que é bom ou que você vai precisar.

Assim, é importante ter somente o básico com você, que são aqueles remédios mais essenciais e que servem para o caso de algum tipo de emergência mesmo.

E fique tranquilo…

Se faltar alguma coisa, existem farmácias em todo canto no mundo inteiro.

=> Shampoo e condicionador

Se você achar que é necessário levar para garantir no primeiro dia, leve aquelas embalagens pequenas, que não passam dos 100 ml.

Mas, se você é daquele tipo de pessoa que sempre leva um potão de Elseve de 400 L…

Tome vergonha na cara!!!

E lembre-se…

Onde quer que você for, sempre vai haver um mercadinho ou uma vendinha onde a primeira coisa que você pode fazer é comprar esse tipo de produto.

=> Casacos

Outra coisa que você precisa evitar são os casacos grandes e em muita quantidade.

Existe um tipo que eu uso e recomendo que é super leve e dobrável. Ele é da marca Uniqlo, ocupa um espaço mínimo e segura uma barra legal dependendo da temperatura de onde você estiver.

E se achar que realmente vai fazer um friozinho mais intenso ou que irá para alguma situação mais formal e tal, você pode levar uma jaqueta de couro ou algo casual/fashion.

Assim, você vai tranquilamente para uma social, festas trendy, reunião ou restaurantes mais arrumados com ele.

A última experiência que tive foi quando passei alguns dias no Japão. Apesar de estar bastante frio lá, essas duas peças foram o suficiente pra eu suportar o frio japonês.

 

Compras locais

Outro ponto importante que geralmente esquecemos são as compras locais

Pois é! Quem nunca comprou uma camisa ou peças únicas durante a viagem??

Aquela camisa da cerveja Bintang em Bali, uma jaqueta Hipster em Tokyo, um outlet em Miami, enfim, cada um tem seu gosto, mas geralmente rola umas comprinhas básicas locais.

Assim, deixe espaço para essas peças.

 

Lave sempre sua roupa

Por fim, lembre-se de uma coisa…

Vamos dizer que você fique hospedado em um Airbnb. Se lá tiver uma máquina de lavar disponível, poderá lavar a sua própria roupa.

Assim, não precisará ter quantidades absurdas de calças, shorts, camisas, etc.

Se você for para uma viagem de 30 dias, por exemplo, não leve roupas diferentes para todos eles, mas uma quantidade suficiente para você utilizar poucas roupas durante a semana.

Que tal? Não acha que já é suficiente?

Espero que você esteja mais consciente e não encha sua mala de coisas que não vai usar enquanto estiver viajando.

 

Ian Borges Lifestyle Strategist


 

Espero que tenha curtido esse artigo! Como presente, gostaria de te oferecer uma sessão de coaching experimental (valor de R$600) gratuita para dar os primeiros passos na direção de uma vida com mais sentido e liberdade.

Nessa sessão, eu vou te ajudar a ser tornar mais protagonista de sua própria vida. Ou seja, descobrir sua arte, conquistar a confiança para se dedicar a um projeto que ame, e modelar seu lifestyle para viver uma vida que valha a pena!

Infelizmente eu não posso garantir que esse presente ainda esteja disponível na data que você estiver lendo esse artigo. Então espero que entenda que há um número limitado de sessões oferecidas e depois, provavelmente, não haverá mais.

Para agendar um horário, é só clicar aqui. E aí, vamos seguir em frente?


E aí, curtiu o artigo? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com alguém que você acredita que possa ajudar!

O que é minimalismo e os benefícios para sua vida

O que é minimalismo e os benefícios para sua vida

Nesse artigo, você entenderá o que é minimalismo e quais são os benefícios para a sua vida. Além disso, falarei sobre minha experiência com essa filosofia e compartilharei uma série de práticas que você poderá implementar a partir de hoje na sua vida.

O que é minimalismo?

Há dois conceitos divulgados hoje sobre que é minimalismo.

Um deles é mais voltado para movimentos artísticos, design, música e literatura que percorreram diversos momentos do século XX e preocuparam-se em fazer uso de poucos elementos fundamentais como base de expressão.

Já o outro conceito é mais voltado para o minimalismo como estilo de vida. E é sobre esse que vou falar aqui.

“Menos é mais.”

O minimalismo é uma filosofia de vida que te ajuda a viver com mais simplicidade e de maneira mais intencional.

Ou seja, o minimalismo envolve viver com mais liberdade, principalmente dos bens materiais. Praticar o desapego das coisas e excessos que acabam invadindo nossas vidas sem mesmo percebermos. Principalmente, por causa dessa cultura consumista e materialista que vivemos hoje.

Todo dia somos bombardeados por publicidades e narrativas que reforçam a nossa constante e ilusória necessidade de acumular mais e mais coisas em nossas vidas.

O minimalismo envolve um maior autoconhecimento que te ajuda a valorizar aquilo que realmente importa. Assim fica mais fácil eliminar o que não te agrega e focar no que é essencial para uma vida mais plena.

Como eu comecei a praticar o minimalismo

Desde que comecei minha jornada em busca de uma vida com mais sentido e liberdade, eu li muitos livros, fiz vários cursos, tive diversas conversas transformadoras, vi muitos filmes e documentários e vivi experiências únicas que mudaram a minha vida (você pode conhecer a minha história um pouquinho melhor aqui).

Um documentário que me fez repensar vários conceitos foi o The Minimalist do Joshua Fields Millburn e Ryan Nicodemus (disponível no Netflix).

“Ame pessoas. Use coisas. O oposto nunca dá certo.”

Conectei bastante com a história dos caras e comecei a devorar o podcast  diariamente. Que por sinal, super recomendo!

Foi a partir daí que entendi os princípios por detrás do minimalismo e comecei a implementar uma série de práticas bem legais que me ajudaram a viver de maneira muito mais leve e consciente.

Uma coisa que gostei muito sobre a ideia deles é que não há certo ou errado no minimalismo.

Não há fórmulas, regras ou metodologias fechadas.

Há uma série de princípios que você pode adotar para sua vida e que devam fazer sentido para ti e mais ninguém.

Como comecei a viver uma vida de nômade digital, viajando pelo mundo e trabalhando remotamente, o minimalismo fez muito sentido para esse novo momento e estilo de vida e está sendo um constante aprendizado, dia após dia.

Quais os benefícios do minimalismo para sua vida?

Seguem aqui alguns dos benefícios que pude vivenciar na minha vida:

Intenção – Tudo o que tenho hoje faz sentido para mim. Não acumulo mais nada pensando que “um dia, quem sabe, poderei ainda utilizar isso.” Se estou na dúvida, não guardo mais.

Experiências – Passei a valorizar mais experiências do que posses. Imagina o que você vai querer contar para os seus netos quando estiver velhinho… As aventuras e países que conheceu ou quantos carros e apartamentos que você acumulou?

Organização – Tenho clareza de tudo o que possuo e onde está cada coisa. Assim não me perco em buscas intermináveis sobre aquela peça de roupa, objeto ou documento. Além de ser muito mais fácil de manter tudo limpinho e organizado.

Flexibilidade – Hoje tenho uma facilidade muito maior de viver em qualquer situação com poucas coisas. Seja um fim de semana ou uma viagem de 3 meses, fazer a mala não é um parto como antigamente. Já tenho clareza dos itens básicos que preciso e paz de espírito para seguir com as incertezas do futuro.

Leveza – Meu bem-estar e felicidade não dependem mais de coisas. Obviamente que preciso do mínimo (e não tem regras sobre esse “mínimo”), mas os alicerces das minhas necessidades para uma vida plena estão no meu interior e não no exterior.

Simplicidade – Consigo me sentir verdadeiramente bem em ambientes e contextos extremamente simples, sem nenhum luxo ou conforto.

Posses temporárias – Sempre quando vou adquirir algo, penso: “será que realmente preciso TER isso ou poderia ALUGAR por um determinado tempo.” E isso acabou me proporcionando  uma variedade ainda maior de experiências. Posso morar onde quiser hoje, desde um chalé na montanha na Itália como uma casa de praia na Austrália. Posso me locomover como bem entender nas cidades onde moro, desde um carro para o fim de semana, até uma scooter ou bicicleta para o dia-a-dia. Imagina o quanto custaria para adquirir e manter isso tudo…

Graninha a mais – Eu particularmente não vendi muitas coisas, mas é uma ótima oportunidade de você ofertar alguns desses objetos em sites como OLX e Mercado Livre e ganhar uma graninha extra.

Doações – Nesse processo de me desapegar das coisas, acabei fazendo o bem para outras pessoas doando roupas, objetos e  posses que não tinham mais sentido em minha vida.

O que não é minimalismo?

Minimalismo não é simplesmente sair se desfazendo dos seus bens e não comprar mais nada na sua vida.

Não é sobre número de peças de roupa no seu armário nem sobre uma regra tipo “você só pode ter até 30 itens”.

Não é sobre o tamanho do seu apartamento e número de móveis tipo “mais do que 30 metros quadrados está proíbido”.

Não importa quantas coisas você tenha. O que importa é o valor que elas representam para ti.

Quando você olhar para cada coisa na sua vida, você deve ter facilidade em responder qual o propósito dela existir e o que ela traz de valor na sua vida.

Minimalismo não é apenas ter coisas funcionais. Você também pode (deve) manter aqueles bens que tenham benefícios emocionais para ti.

Minimalismo também não é se isolar do mundo, viver sem eletricidade e se tornar um monge budista meditando 10 horas por dia e se alimentando apenas de arroz.

Você pode (deve) viver uma vida confortável e com regalias se isso tudo fizer sentido para ti. Ninguém deve julgar o que é importante para cada um.

Meus maiores desafios com o minimalismo

Meus maiores desafios nessa jornada foram e são:

Companheira – Tenho uma companheira de vida incrível que também é nômade digital comigo viajando pelo mundo. Mas apesar do minimalismo fazer muito sentido para mim, tive que entender que isso tudo não necessariamente tem o mesmo sentido para ela. E é muito importante respeitá-la e não forçar a barra ou tentar convencê-la que se desfazer de várias coisas é legal. Alguns pares de sapato a mais podem fazer mais sentido para ela e está ok! Isso foi um belo aprendizado para mim.

Peças com valor emocional – Eu fui me desfazendo do meu guarda-roupa gradualmente, e ainda continuo, mas o mais difícil foi me desfazer daquelas camisas que traziam recordações incríveis. Para quem não sabe, eu fui Campeão Mundial de Vôlei de Praia e tinha diversas camisetas e uniformes dos meus campeonatos que eram muito especiais, mas que não utilizava há anos. Então, depois de algumas tentativas de me desfazer, eu acabei doando. Mas em vez de doar aleatoriamente para instituições de caridade (como fiz com a maior parte das minhas roupas), eu acabei doando para familiares e amigos mais próximos que sei que veriam o valor especial naquelas peças, utilizariam em seu dia-a-dia e se sentiriam prestigiados. No final entendi que as memórias não estão nas coisas, mas sim dentro de você.

Por onde começar – No início é muito fácil se sentir sobrecarregado por onde começar. Por isso que para mim funcionou fazer de forma gradual. Duraram alguns anos para eu realmente me desfazer da maior parte dos meus bens e sempre procurava maneiras divertidas como organizar um “bazar da alegria”, organizar desafios estimulando amigos e família a fazer o mesmo do lado deles a fim de promover um troca troca entre todos e outros.

Arrependimento – Teve um ou outro item que eu me arrependi de ter doado, mas foram bem raras as situações.

Algumas práticas para introduzir o minimalismo na sua vida

O mais importante para você saber se o minimalismo faz sentido para ti é testar e começar a introduzir algumas práticas na sua vida.

Eu fiz uma seleção bem legal aqui de coisas que eu comecei a implementar na minha vida e outras que acabei lendo por aí achei que podem te agregar no seu caminho.

1) Mudando seu mindset

Reflita sobre os benefícios que o minimalismo pode trazer para sua vida e veja se vale a pena seguir nessa jornada.

Você não deve fazer isso por ninguém, apenas por você.

Estude o assunto:

→ Leia muitos livros sobre minimalismo, essencialismo, simplicidade, organização e outros temas relacionados a esse estilo de vida. Segue aqui uma lista bem legal .

→ Assista a filmes e documentários. Minha recomendação para iniciar é o The Minimalist.

→ Participe de comunidades no Facebook e outras plataformas sociais para conectar com outros praticantes ou curiosos sobre essa filosofia.

→ Participe ou organize Meetups sobre o assunto na sua cidade – são encontros presenciais para se discutir um tópico específico.

2) Limpando o excesso em sua casa

Comece pelas suas roupas

→ Separe caixas de papelão ou sacos plásticos grandes.

→ Esvazie TODAS as suas roupas do armário e organize por categoria (camisas, bermudas, sapatos, casacos…).

→ Monte seu armário novamente apenas com aqueles itens que você utilizou no último mês (se preferir começar light, pode ser nos últimos 3 ou 6 meses).

→ Depois separe o restante da seguinte forma:

∴ Não uso e não vou usar – venda ou doe.

∴ Gosto mas não uso muito – venda ou doe.

∴ Gosto muito mas só uso de vez em quando – doe para familiares e amigos ou guarde no armário e fique atento na próxima vez que realizar o mesmo exercício.Depois siga com os objetos na mesma lógica

Depois siga com os objetos na mesma lógica

→ Esvazie TODAS as gavetas de escrivaninhas, baús, caixas fechadas, prateleiras.

→ Muito provável que você jogue muita coisa fora aqui.

→ Você pode seguir um desafio de 21 dias muito bacana que os The Minimalist propuseram aqui nesse post. Uma maneira muito boa e divertida de dar os primeiros passos para uma vida mais minimalista.

Segue aqui um resumo ilustrado muito top do canal Ilustradamente sobre o livro A Mágica da Arrumação da Marie Kondo.

 

3) Diminuindo seu ritmo de compras

Antes de comprar qualquer coisa nova, faça as seguintes perguntas:

→ Realmente preciso disso na minha vida?

→ Posso alugar isso em vez de ter?

→ Consigo esperar 1 dia para comprar isso? (muitas vezes bastam 10 minutos para o impulso da compra desaparecer).

→ Tenho condições tranquilas para comprar esse item à vista? (evite comprar coisas parceladas).

4) Vivendo um novo estilo de vida

Fazendo sentido para ti, você pode começar a dar os passos para viver uma vida como nômade digital (falo melhor sobre o que é o nomadismo digital aqui)

→ Você precisa TER uma propriedade ou pode ficar vivendo em locais por temporada enquanto viaja pelo mundo?

→ Se fizer sentido ter uma casa, qual o tamanho ideal para ti?

→ Você precisa MANTER um carro na garagem e arcar com todos os custos de seguro, IPVA, manutenção… ou priorizar transportes públicos, bicicleta, e aluguel temporário do veículo?

Faça um detox de televisão, redes sociais, celular, whatsapp trocando a necessidade de estar informado sobre tudo o tempo todo para focar naquilo que é extremamente relevante para ti.

Aprenda a dizer “não” mais vezes em sua vida para aumentar a qualidade daquilo que você disser “sim”.

Desenvolva novos hábitos diários:

→ Medite por pelo menos 20 minutos.

→ Beba no mínimo 3 litros de água.

→ Durma uma média de 8h.

→ Seja grato por pelo menos 3 coisas positivas.

Continue se desenvolvendo continuamente para viver uma vida com mais sentido e liberdade.

Você também pode encontrar várias outras dicas bem legais aqui no blog Inspiradouro, na Wikihow e no blog Sou Minimalista.

Espero que tenha curtido esse artigo! Como presente, gostaria de te oferecer uma sessão de descoberta (valor de R$250) gratuita para dar os primeiros passos na direção de uma vida com mais sentido e liberdade.

Infelizmente eu não posso garantir que esse presente ainda esteja disponível na data que você estiver lendo esse artigo. Então espero que entenda que há um número limitado de sessões oferecidas e depois, provavelmente, não haverá mais.

Para agendar um horário, é só clicar aqui. E aí, vamos seguir em frente?

 

Gostou desse artigo? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe com alguém que você acredita que possa ajudar!